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Mostrando postagens com o rótulo monografia

Alquém aí?

Acho chato quando meus posts já começam me desculpando pelo relapso de manter o blog sem escrever por aqui mas, mais uma vez, eu acho que tenho uma boa justificativa pra isso: passei 20 dias viajando de férias - merecidíssimas! Antes disso foi uma correria pra arranjar as últimas coisas até o dia da viagem e, desde que voltei tô tentando me dedicar a monografia da pós que tenho que entregar no começo de maio. Pois é, tô tentando, mas deveria estar escrevendo, né? Só que nunca é assim que funciona comigo: leio várias coisas, anoto um monte... e só em cima da hora a coisa desanda a sair pro papel - ok, pro Word, no caso. Não gosto que seja assim mas ainda não consegui funcionar de outro jeito, infelizmente! Mas quero dividir coisas das férias também - aff, que post mais bagunçado! rsrs - porque teve tantos momentos que eu pensei: "Poxa, tinha que contar isso pra todo mundo!", como, por exemplo, a falsa idéia que a gente tem - eu tinha! - de que é muito caro viajar pra Euro...

Boas notícias

Alívio pessoal, duas vezes aliviada, pela minha mãe e pela banca. E vou contar pra vocês como foram os dois :) *** Começando pela Mãinha: falei com meu pai umas 15h30 mas ainda não tinham sido consultados - quer dizer, minha mãe não tinha sido consultada, rsrs - mas lá pelas 17h minha irmã me ligou avisando que falara com o Painha e que a Mãinha e o cardiologista diagnosticou com crise hipertensiva, ficaria internada essa noite para poder fazer mais exames e ser observada. À noite falei com eles. Ela estava assustada, chorou um pouco porque disse que não sabia o que acontecia, que não lembrava de ter falado comigo... Mas foi se acalmando, falei que o Tata, meu irmão, tinha conversado com o sogro dele que é cardio e que disse que o procedimento era este mesmo, que provavelmente eles teriam que estudar uma mudança de medicação. E de hábitos, o sempre mais difícil, né? Pessoal querido, obrigadíssima pelas preces, pelos comentários no outros post . Lu, Sandra, Cris, Rubens, Talita, Mel, El...

Trés o cuatro cositas...

Não pretendia um segundo post hoje, mas quis comentar umas coisas. *** Não rolou apagão por aqui. Pois é, na terra da Itaipu a energia é distribuída pela Copel, a companhia de energia elétrica do estado. Só soube que acabou a luz em meio Brasil pela tevê. Que coisa, né? Achei meio assustadorzinho e imaginei trocentas situações complicadas de estarem acontecendo e se ficar sem luz, como, por exemplo dentro de um elevador! Medão!! Eu sempre deixo velas ao alcance, mas acho que vou esparramá-las por outros cômodos da casa, além de no meu quarto. E fósforos!! *** Uma coisa bem chata aconteceu na minha turma da faculdade. Não estou na comissão de formatura - ou seja, o pessoal que fará baile e tals. Não tô porque meus pais não estão aqui, porque não tô casada ou namorando e porque, principalmente, já tive meu baile de formatura "para constar" e o da minha irmã, um ano depois, que foi zilhões de vezes melhor do que o meu - no meu odiei a minha roupa, o meu cabelo, a ridícula maquia...

Crônicas analisadas na minha monografia (2) - O que mais você quer?

Era uma festa familiar, dessas que reúnem tios, primos, avós e alguns agregados ocasionais que ninguém conhece direito. Jogada no sofá, uma garota não está lá muito sociável, a cara era de enterro. Quieta, olhava para a parede como se ali fosse encontrar a resposta para a pergunta que certamente martelava em sua cabeça: o que estou fazendo aqui? De soslaio, flagrei a mãe dela também observando a cena, inconsolável, ao mesmo tempo em que comentava com uma tia: “Olha pra essa menina. Sempre com essa cara. Nunca está feliz. Tem emprego, marido, filho. O que ela pode querer mais?” Nada é tão comum quanto resumirmos a vida de outra pessoa e achar que ela não pode querer mais. Fulana é linda, jovem e tem um corpaço, o que mais ela quer? Sicrana ganha rios de dinheiro, é valorizada no trabalho e vive viajando, o que é que lhe falta? Imaginei a garota acusando o golpe e confessando: sim, quero mais. Quero não ter nenhuma condescendência com o tédio, não ser forçada a aceitá-...

Crônicas analisadas na minha monografia (1) - A mulher e a patroa

Sexta-feira - 13, diga-se de passagem, rsrs - é a apresentação da minha monografia pra banca examinadora. Talvez eu até devesse estar um pouco nervosa, e confesso que um pouquinho estou mesmo, mas nada que esteja me incomodando porque falarei de um assunto do qual gosto e de um trabalho que gostei de escrever. Na monografia eu analisei seis crônicas da Martha Medeiros, falando da subjetividade feminina encontradas nelas. Não são minhas crônicas preferidas, mas tratam do assunto que eu enfoquei no trabalho e eu vou, até quinta-feira, postar três delas, uma por dia. Espero que gostem :) A mulher e a patroa Há homens que têm patroa. Ela sempre está em casa quando ele chega do trabalho. O jantar é sempre rapidamente servido à mesa. Ela recebe um apertão na bochecha. A patroa pode ser jovem e bonita, mas tem uma atitude subserviente, o que lhe confere um certo ar robusto, como se fosse uma senhora de muitos anos atrás. Há homens que têm mulher. Uma mulher que está em casa na hora que pode, ...