25 julho 2012

Yo te amo - Chayanne




Lindíssima!


En palabras simples y comunes yo te extraño
En lenguaje terrenal mi vida eres tú
En total simplicidad sería yo te amo
Y en un trozo de poesía tu serás mi luz, mi bien,
el espacio donde me alimento de tu piel que es bondad
La fuerza que me mueve dentro para recomenzar
y en tu cuerpo encontrar la paz
Si la vida me permite al lado tuyo
crecerán mis ilusiones no lo dudo,
Y si la vida la perdiera en un instante
que me llene de tí
Para amar despues de amarte, vida
No tengas miedos ni dudas, (que este amor es demasiado bueno)
que tú seras mi mujer (yo te pertenezco todo, entero)
Mira mi pecho, lo dejo abierto
Para que vivas en él
Para tu tranquilidad me tienes en tus manos
Para mi debilidad, la única eres tú
Al final tan solo sé que siempre te he esperado
Y que llegas a mi vida y tú me das la luz, el bien
ese mundo donde tus palabras hacen su voluntad
La magia de este sentimiento que es tan fuerte y total
Y tus ojos que son mi paz
Si la vida me permite al lado tuyo
crecerán mis ilusiones no lo dudo,
Y si la vida la perdiera en un instante
que me llene de tí
Para amar despues de amarte, vida

08 julho 2012

Lose you - Pete Yorn




"I'm taking a ride off to one side
It is a personal thing.
Where?
When I can't stand
Up in this cage I'm not regretting..."


Música que embalou uma das cenas mais emocionantes de House, até a quinta temporada.

05 julho 2012

Um voo inesquecível



Lindo demais!!

Especialmente dedicado aos que não acreditam em amor/relacionamento à distância ;)

Especial Séries: Bunheads


Acho que ninguém que lê o blog sabe, mas eu fui bailarina por uma boa parte da minha infância e pré-adolescência. AMAVA balé clássico! Fiz por uns 2 anos em São Paulo, entre os 6 e 8 anos, e depois, quando nos mudamos para o sertão de Pernambuco, fiz um tempo balé clássico e o chamado jazz na época e, quando o professor de balé foi embora, segui no jazz por algum tempo, acho que até uns 11 anos. Minha coordenação motora para dança é ridícula! Eu não danço nada! Mas pra balé, no jazz, eu me saia bem. Não era a Ana Botafogo, mas, em um tempinho, quando não sabia ainda que existia um biotipo específico pra bailarina, cheguei a pensar, na minha inocência infantil, em ser bailarina.

(Pausa para uma curiosidade: quando o Viva a Noite, do Gugu, era bom e bombava nas noites de sábado, eram bailarinas na escola de dança onde estudei que dançavam por lá!)

Mas falemos de Bunheads e porque eu contei essas coisas. É que Bunheads gira em torno de balé, de uma ex-dançarina de Las Vegas, da sua sogra bailarina e agora professora de dança e de meninas que querem, em graus diferentes, serem bailarinas profissionais.

Bom, a história toda começa com Michelle, uma bailarina clássica que terminou em show de Las Vegas, casando por impulso com Hubbell, um insistente admirador que todo mês visita a cidade e a procura. Michelle se vê em um ponto onde nada parece dar certo, não gosta da vida que vem levando e Hubbell parece uma boa saída.

Ao chegarem na cidadezinha onde ele vive - Paradise - ela descobre de cara que a mãe dele vive na mesma casa que morarão e, o que é normal, fica chocada com o casamento surpresa do filho e não aceita nova nora. No primeiro do primeiro episódio acontece algo que mudará pra sempre a vida de todos.

A série é da mesma criadora de Gilmore Girls, que nunca vi mas sempre ouvi falar da fofura que era. Bunheads parece seguir a mesma linha sendo uma série terna, engraçada e muito gostosa de ver. Acho que é mega-mulherzinha com as histórias envolvendo Michelle, Fanny, sua sogra e as adolescentes alunas dela, em especial Boo, a que mais vontade tem de ser bailarina mas que não tem o corpo considerado ideal para isso.

Tô apaixonada pela série! São 45 minutos que passo sorrindo ou me emocionando e, sempre, gostando do que vejo, das tiradas de Michelle, que tem um senso de humor debochado - que eu adoro! - e os azedumes de Fanny.

Pra quem gosta de séries "fofas", vale a pena uma olhada!

Como não estreou ainda no Brasil, e pra não perder o costume, baixo da net, pelo seriesfree.biz.



04 julho 2012

Especial Séries: House



Pensei e repensei muito pra falar de House porque todo mundo já ouviu falar da série que, recentemente, terminou, na sua oitava temporada.

Mas aí eu pensei nas pessoas que, como eu, já tinha ouvido falar trocentas vezes da série e nunca tinham se animado pra vê-la - meu caso. Me desanimava também começar a ver uma série que já tinha anos de episódios e, me conhecendo, eu sabia que ia ficar desesperada pra ver todos até alcançar os episódios atuais. Quando anunciaram que a série seria cancelada, resolvi começar a vê-la porque, agora sim, eu sabia quando terminaria e não precisava correr.

O que eu sempre ouvia falar é que a série era sobre um médico grosseiro, que espinafrava todo mundo ao seu redor mas era ótimo no que fazia: diagnosticar doenças que outros médicos não eram capazes de diagnosticar.

Bom, aí comecei a ver a série sobre o médico - Hugh Laurie - que trabalhava em um hospital universitário fictício em New Jersey, com uma equipe jovem, tendo um único verdadeiro amigo, o oncologista Dr. Wilson - Robert Sean Leonard, pra mim, o eterno Neil de Sociedade dos Poetas Mortos! - e uma chefe compreensiva até demais - Lisa Edelstein.

Tô na metade da quinta temporada e não é a mais empolgante de todas mas já sei de bombas que virão nos próximos episódios e que até já me fizeram chorar antecipadamente. Já vi também o episódio final da série e sei de várias coisas que acontecerão nas próximas temporadas. Mas gosto, adoro, ver a evolução dos personagens, o amadurecimento da maioria, suas histórias reveladas, suas lágrimas e sorrisos. Os casos médicos também são legais, principalmente quando os pacientes causam empatia especial nos médicos - aliás, meus mais queridos até agora são a Dra. Cameron - Jennifer Morrison, de Once upon a time, da qual falei ontem - e o querido Dr. Kutner - Kal Penn, de Nome de família, um dos meus filmes preferidos!

House é tipo Lost e Friends, daquelas séries que terminam e o povo segue adorando. Demorei pra conhecer mas tenho consciência que não é à toa que seus personagens, principalmente o protagonista, atormentado por suas dores e viciado em hidrocodona, são tão cativantes e deixaram saudades nos milhões de fãs ao redor do mundo.

P.S. 1: Quando ouvi falar a primeira vez da série tendo Hugh Laurie como protagonista eu levei um susto porque conhecia Laurie como comediante do seu tempo na Inglaterra, principalmente ao lado de Stephen Fry!


P.S. 2: Os autores da série inspiraram-se livremente em Sherlock Holmes e a gente nota isso desde os nomes de Holmes - home = house - e Wilson - Watson, ao nome de alguns personagens que aparecem ao longo da série, como o marido de uma ex-paciente chamado Moriarty - o maior inimigo de Holmes! - e em outro momento quando Wilson cita Irene Adler, nome da única mulher que conseguiu mexer com o coração de Holmes. Ou no modo como House deduz situações corriqueiras e resolve seus "casos".


P.S. 3: Hoje eu acho que House tem até um grande coração. É íngua, não demonstra seus - bons - sentimentos com frequência, mas não é má pessoa.

03 julho 2012

Especial Séries: Once apon a time


Eu sinto muitíssimo por ser uma pessoa completamente sem foco - na maior parte do tempo! Comecei um Especial Séries e me dei conta que só falei de The killing e pronto - aliás, que final o da série! Clap, clap clap!!

Mas vamos pegar firme no Especial essa semana, falando de uma série por dia e aí ver se consigo falar finalmente da viagem - os posts de Madrid e de Toledo já estão prontinhos! Meu problema tem sido "ilustrativo" já que rolou uma bagunça com as fotos tiradas. 

Once upon a time é uma série da qual eu ouvi falar muito, mas muito mesmo até que tomasse coragem para assistí-la. Como o mote era contos de fadas e tals, não coloquei muita fé na coisa mas, era tanto elogio - e aí vi um trailer bem bacana - que resolvi dar uma chance pra série. E aí meu coração foi roubado pelo fofíssimo Henry - Jared Gilmore - e sua certeza de que a cidadezinha em que vivia era populada - existe essa palavra mesmo?? - por personagens dos contos de fadas que tinham sido banido de seu reino encantado.

A história começa com Henry procurando Emma - a queridíssima Jennifer Morrison, de House! - contando ser o filho que, há 10 anos ela entregara para adoção e que ele vinha buscá-la para que ela salvasse os personagens que agora viviam em sua cidade, sem se lembrarem do seu passado. Detalhe: Henry tem certeza que Emma é filha da Branca de Neve e do Príncipe Encantado e que sua madrasta - a de Henry - é a madrasta má de Branca de Neve e responsável pela maldição que caiu sobre todos ali.

A cada episódio a gente vai conhecendo a história de um dos personagens na cidadezinha de Storybrooke e sua história no reino encantado. Umas poucas são chatinhas, muitas são fofas e a maioria é emocionante! A do Pinóquio me fez chorar um monte, por ser tão delicada, tão lírica, tão dramática!

Lá por outubro deve começar a segunda temporada e, pela forma que as coisas acabaram na primeira, o circo - ou o castelo, no caso - vai pegar fogo em Storybrooke e eu tô louca pra ver como será!

No Brasil, se não me engano, a série passa na Warner. Mas, como com as outras séries que acompanho, eu baixo do www.baixartv.com ou do www.seriesfree.biz - que costuma ser mais rapidinha.