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Mostrando postagens de Outubro, 2008

Senhorita estudiosa... O.o

Sem outra coisa na cabeça que não os váááários seminários e resenhas de final de ano da fac, me absterei de escrever até que tenha tempo, assunto e capricho para isso.

E agora, à Semântica!!

Avec elégance

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso , esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.

É uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.

Nas pessoas que escutam mais do que falam.

E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, por exemplo.

Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os out…

Quero o Inverno de volta!!!

Gente do céu! Que calor é esse em outubro?!
Dia desses uma amiga minha trazia no MSN dela o divertido "novo nome" pra cidade de Forno Iguaçu. Nada mais perfeito!
Clima é uma coisa engraçada porque, no geral, não conheço ninguém que se acostume com o calor daqui. A gente se acostuma com tudo (ou quase tudo), mas com um clima quente demais ou frio demais... No creo! Conheço uns loucos que preferem o Verão ao Inverno de Foz conheço de montes, mas alguém que diga "ah, eu já nem sinto mais que tá quentão quando chega nos 42ºC!"
Sim, sim, não leu errado não: 42ºC mesmo! Verão básico na cidade. Ops, mas a gente tá no Outono! A temperatura deveria ser mais amena, o calor menos inmplacável... Mas nesses tempos de aquecimento global, vai entender!
Os danos causados pelo sol para a saúde são bem conhecidos, mas os outros danos ou, de forma mais leve, se é que podemos chamar assim, incômodos? Eu falo daquela triste marca da camiseta que usamos, o que causa um corpo, no mínimo, bic…

Uma pitada de Verissimo (o filho)

Era uma vez... numa terra muito distante...uma princesa linda, independente e cheia de auto-estima.

Ela se deparou com uma rã enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo era relaxante e ecológico... Então, a rã pulou para o seu colo e disse:
- Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Uma bruxa má lançou-me um encanto e transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo. A tua mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavar as minhas roupas, criar os nossos filhos e seríamos felizes para sempre...
Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria, pensando consigo mesma:
- Eu, hein?... nem morta!
(Luís Fernando Verissimo)

De amor...

Você ama alguém?

Você pode me responder que ama um monte de gente! Ama seus pais, seus irmãos, ama seus filhos, seus sobrinhos... Mas eu pergunto aqui do amor homem x mulher (ou do amor homem x homem, mulher x mulher...).

Eu amo. Imensamente! Intensamente! Infinitamente!

Com esse amor eu aprendi o que é o tal do amor incondicional por outra pessoa que não seja o pai que adoramos ou o sobrinho lindo que te ganha com um sorriso. Eu amei antes. Mas nunca tinha amado incondicionalmente, sem querer que a pessoa seja assim ou assado. Na verdade, acho que eu até gostaria de impor condições ao meu coração para amar dessa ou de outra forma; mas sabe aquela história de que coração é burro?

Ou, provavelmente, ele seja muito inteligente! Sabe que de nada adianta querermos impor algo a ele, querermos exigir as formas de sentimento ou de comportamento do ser amado.

Hoje, ou amanhã... ou depois de amanhã, quando passar aquele sentimento amarguinho que o meu amor sente por mim agora, ele lerá o que aqui e…

Minha unha encravada

A unha do meu dedão é encravada.
As pessoas podem pisar em qualquer dedo do meu pé que não me incomoda.
Menos no meu dedão sagrado.
Porque dói. Porque inflama. Porque machuca.
Antigamente eu brigava com quem pisava no meu dedão.
Com o passar do tempo, porém, eu notei que as pessoas não pisavam nele de propósito.
Na verdade, as pessoas nem sabiam que eu tinha unha encravada.
Daí eu percebi que o problema era meu, não deles.
Que era eu que tinha que procurar uma solução para a unha, não eles que tinham que tomar cuidado com ela.
A partir desse dia, eu passei a deixar que as pessoas pisassem à vontade no meu pé.
Porque assim eu iria descobrir quais as minhas unhas estavam com problemas e daí eu poderia tratá-las.
Se alguém estiver pisando na sua unha encravada, não fuja dele.
Ele é o seu melhor amigo.
Porque é ele quem mostra onde está o seu problema.
(Sergio Martins)

Gatinho bonitinho

Este aqui é o Milo!!

O Milo nasceu Mila. Quer dizer, o Milo não nasceu Mila porque eu nem sei onde ele nasceu! Meu irmão Leandro um dia me ofereceu um filhotinho de gato siamês que a vizinha de seu amigo ameaçava jogar "fora" (que nem lixo). Aceitei o gatinho.
Bom, confesso que me orgulho do meu conhecimento "leigo" acerca de gatos: tem mais de três cores? Só pode ser fêmea, machos nunca têm mais que duas cores! É lenda que gato castrado fica mais caseiro. Mas, sim, eles engordam horrores depois da cirurgia.
Então, com todo meu passado de experiência felina, recebi o bebezinho siamês em casa com muito carinho. De cara, uma constatação óbvia: aquele filhote não era siamês (nem meio-siamês, nem 1/3 siamês), era um vira-latinha muito chato que escalava nossas pernas com aquelas garrinhas finas e fatais.
A minha flatmate, depois que examinei o bichano e constatei que era fêmea, batizou-o de Mila. E assim ficou.
Acontece que o tempo foi passando e a Mila deu sinais de estar…

Você tem preconceitos?

À noite, andando em uma parte menos movimentada, você segura mais firmemente sua bolsa quando vê alguém mal-vestido ou sujo vindo em sua direção?

Você, mesmo sem querer, discrimina uma pessoa que fala “ponhá”, “parteleira”, “as pessoa”?

Todo jogador de futebol é burro, todo cantor galinha e todo ator maconheiro?

Você acha que todo “viado” tem AIDS?

Todos os policiais são corruptos, todos os funcionários públicos não fazem nada e pobre é pobre porque quer?

Você namoraria um homem que tem as mãos sujas de graxa?

Você acha que todo taxista enrola na “corrida”?

Todo rapaz que namora uma mulher mais velha é interesseiro?

Mulher é sempre “barbeira” no trânsito?

Homem nenhum é fiel?

Pau que nasce torto nunca se endireita?

Todo estudante de faculdade particular é burro?

Você sobe o vidro do carro rapidinho quando um pedinte se aproxima?
Todo carioca é malandro, todo paulistano workaholic, todo curitibano sério demais e todo nordestino preguiçoso?
Toda mulher bonita é burra?
Você é a favor de elevador social…

O medo do Amor

Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.
O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, …

Praticando o milenar escambo

Acabei de chegar da casa da minha tia Míriam aonde organizamos (parte das mulheres da família) um moderno escambo.

Escambo, para quem não sabe, é a troca, a permuta de mercadorias. Existe há muuuuito tempo. Quando não existia dinheiro (ou sal, como entre os romanos), as pessoas trocavam o que lhes sobrava pelo que precisavam.

E foi um escambo que realizamos hoje! Sapatos altos demais pra dona, chinelinho que machucava o pé de quem o comprou, roupas que já não servem... tinha de tudo um pouco. Aliás, tão pouco que já marcamos outro pro sábado que vem! Acabei ficando com crédito (devidamente anotando quem me "deve", claro! rsrs) e pretendo fazer mais negociações no brechó da semana que vem.

Eu adorei a idéia porque nós (e falo principalmente das mulheres) costumamos guardar tanta coisa, juntar roupa que pensamos que ainda vamos usar porque emagreceremos, ou porque voltaremos a gostar delas, ou sei lá qual o outro motivo... e aquilo vira simplesmente "coisa" abarrotando…