30 novembro 2009

Níver Painha

63º aniversário do homem mais importante da minha vida!

Eu sempre falo dele aqui no blog - veja, para confirmar - e não é à toa. Com ele aprendi muita coisa e ainda aprendo, além de ser o homem que causa risadas com sua lendária distração, que é admirado e querido por todos, que, com a Mãinha, sempre me guiou pelo caminho da honestidade, da valorização do estudo, do amor ao próximo - e, como diz minha mãe, se eu não aprendi essas coisas, é por culpa minha, não por falta de ensinamentos! rsrs - e de quem sinto muita saudade, sempre!

Sou suspeita pra falar dele porque é um amor incondicional. "Só" quero desejar ao Painha muita saúde, muitas alegrias e que Deus siga abençoando-o por muitos anos, para que ainda possamos ter muitos momentos - sempre especiais - juntos!

Foto: The birthday cupcake by instantevoodo.

28 novembro 2009

Séries: Drop dead diva

Talvez alguns fiquem chocados com o que contarei agora mas sou funcionária pública e às vezes não tenho nada pra fazer!

(tempo pra vocês se recuperarem do choque causado pela minha declaração...)

Tá, mas agora falando sério: não é que eu não tenha o que fazer: como atendo turistas que buscam informações, acontece de ficar algum tempo sem ninguém entrar aqui pra perguntar nada, daí sobra o tempo que utilizei pra preparar monografia, aulas de estágio, preparar relatórios, trabalhos da fac... Agora que as aulas terminaram - não tô exatamente formada, mas não tenho mais aulas - aproveitei pra assistir uma série que minha colega Rose tinha baixado em casa e trazido pra ver aqui no trabalho: Drop dead diva.

Vocês já ouviram falar? Bom, é um seriado muito festejado que estreou esse ano nos EUA e que conta a história de uma loira , linda e burrica aspirante a modelo, Deb, que morre e, depois de uma pequena confusão que faz durante seu... check in no plano espiritual, volta à Terra no corpo da advogada bem sucedida Jane. Tudo estaria mais ou menos bem se Jane não fosse gordinha, insegura e inteligente, mas principalmente gordinha, o que revolta Deb na sua volta. Ela precisa agora se adaptar à nova vida, ao novo corpo, à recém-adquirida inteligência e tudo isso tendo seu namorido, Grayson, como novo advogado da firma onde Jane trabalha!

Para qualquer gordinha - eu! rsrs - não tem como não se identificar com as pequenas agruras pelas quais Jane passa por questão do seu manequim fora do tido como desejável pela sociedade: ela pena pra comprar roupa, sofre nas lojas, é diminuída pela colega magra - e antipática -, é insegura, não percebendo que é uma mulher muito bonita!

A série trata muito dessa questão errônea de padronizar a beleza; e de tentarmos seguir isso. Deb e a melhor amiga - cujo nome esqueci agora, mas é uma querida topeirinha loira! rsrs - dizem a certa altura que "coisas gordas não deveriam acontecer com gente magra", mas as duas, ao longo dos episódios, vão percebendo o quanto se enganam com as aparências; Deb percebe o quanto foi até cruel quando julgava as pessoas gordas. E Jane torna-se uma pessoa mais simpática e divertida, agora que é Deb - meio confuso, né? rsrs

A série terá um segundo ano e eu tô louca pra ver o que acontecerá porque o final da primeira foi de deixar o queixo caído! Mas é esperar uns 5, 6 meses, até que eles voltem nos States e a gente encontre aqui pra baixar.

Quem puder ver - se não me engano, tá passando na Sony - veja. Vale muito a pena!

27 novembro 2009

É Fantástico!

Dia desses, em um selo , eu disse que já tinha aparecido no Fantástico e a Sandra ontem deixou comentário perguntando como tinha sido isso. Resolvi contar porque é uma história que acho muito legal!

Em 1998 viajei com duas amigas pra Europa. A intenção era morar na Bélgica, coisa que as duas fazem até hoje mas da qual desisti por motivos que não interessam a este post aqui, rsrs. Bom, saindo do Brasil, desembarcamos em Barcelona, na Espanha, ficamos 2 ou 3 dias lá, e viajamos pra Paris, para passarmos o dia lá e à noite seguirmos pra Bruxelas.

Bom, claro que fomos na Torre Eiffel, mas não subimos porque, esqueci de contar, era junho e, os mais atentos lembrarão que acontecia uma Copa do Mundo lá - aqueeeela daquele negócio misterioso com o Ronaldo antes da final - e tinha uma fila gigante pro elevador, e nós tínhamos pouco tempo pra ver muita coisa.

Daí estamos nós três olhando tudo, eu sem acreditar que estava ali, quando uma das gurias grita: "Olha a Glória Maria!! Vamos tirar foto com ela!!"

Sim, sim, Glória Maria, a própria, estava com um cinegrafista - o Paulo Zero, marido da Sônia Bridi - gravando alguma coisa. Foi simpática conosco, tiramos as fotos - acho que não com câmera minha porque nunca vi essas fotos! - e pediu para ficarmos por ali porque eles gravariam uma matéria sobre o Brasil. Naquela época tinha um bordão do Casseta & Planeta que era "é pro Fantástico?" e acabamos perguntando pra ela isso, na brincadeira. Ela confirmou! Opa! Claro que ficamos - até porque por isso que tô escrevendo este post, né? rsrs

Logo apareceu, não sei de onde, uma banda de pífanos de Caruaru - era semana de São João - e uns casais caracterizados dançando forró. Ficamos em volta assistindo, até que os casais começaram a tirar as pessoas pra dançar. E quem entrou na rodinha de forró?! Minhas amigas e eu! O fato da minha alma ser escandinava e eu ser discípula do grande dançarino Coisinha de Jesus não vem ao caso, o que interessa é que ficamos sendo filmadas dançando forró, aos pés da Tour Eiffel!

Claro que foi o assunto do resto do dia, né? E mais, porque tínhamos que avisar o povo no Brasil pra gravar - tempo do vídeo-cassete, pessoal. Não sei porque não ligamos no mesmo dia, porque só quando chegamos em Bruxelas liguei pros meus pais - provavelmente os acordei porque estava 5h adiantada em relação a eles. E já era domingo.

Claro que eles gravaram o programa, eu fiquei encantada por realmente ter aparecido no Fantástico, mas tanta coisa bacana aconteceu depois que só lembrei disso quando voltei pro Brasil, uns meses depois, e um amigo me perguntou se eu, por um acaso, tinha aparecido no Fantástico. Na hora eu ri e confirmei. Aí ele contou que tinha visto e ficado em dúvida porque nem sabia que eu tava fora, e um dia, logo depois, encontrou com outra amiga com quem estudamos que perguntou pra ele "escuta, você viu a Sheila no Fantástico?".

Foi tudo muito louco e muito engraçado porque foi tão surpresa encontrar a Glória Maria em Paris, dançar forró - ou algo parecido - sob a Torre Eiffel e ainda aparecer no Fantástico!

Então, é verdade, eu já apareci no Fantástico. Mas também já apareci algumas vezes no jornal local da Globo... mas não é a mesma coisa, né? rsrs

(e eu pretendia colocar ao menos a logo do programa pra dar uma ilustradinha no post mas minha internet simplesmente anda me boicotando há alguns dias e tuuudoooo teeeeem siiiidoooo muuuuiiiiiitooooo leeeentoooo pooooor aaaaquuuuiiiiii....)

25 novembro 2009

Ô, lá em casa!! (4)


Surpresos? Eu entendo. O William Waack, jornalista que apresenta o Jornal da Globo, provavelmente não é o tipo de homem encontrado em listas "ô, lá em casa". Mas depois de acompanhar a deliciosa entrevista dele ontem no Programa do Jô, eu fiquei encantada!

Eu sabia pouco dele, apenas que tinha sido correspondente internacional por um bom tempo, mas fiquei sabendo que cobriu também a revolução Iraniana nos anos 70 - ele foi no programa falar da entrevista com o presidente do Irã, que ontem deixou o Brasil - e descobri que é aquele tipo de homem com quem você pode conversar, conversar, conversar... e sempre vai querer ouvir mais!

O cara é interessantíssimo e inteligentíssimo! Não forçou a barra fingindo uma intelectualidade que não é dele e nem falou do que não sabia.

Não sou fã de "homens-tanquinhos/sarados". O que me conquista é a inteligência e o bom-humor! E ontem foi o Waack - que é da idade da minha mãe! rsrs - quem me deixou com olhos brilhando de encantamento... mesmo cansados!

23 novembro 2009

22 novembro 2009

Sobre encontrar a cara-metade

Já falei aqui outras vezes do blog Mulher 7 por 7 do qual eu gosto muito. Li agora uma entrevista lá muito bacana com Chris Linnares, uma psicóloga brasileira, casada com um estadunidense e que, a certa altura, conta como conheceu o marido. Eu gostei tanto da história que quis dividir com vocês.

"Como você se mudou para os Estados Unidos?
Escrevi uma peça chamada Divas no Divã, que fala com bom humor das situações que derrubam a autoestima feminina. A temporada que eu achei que fosse durar só seis meses acabou se estendendo por cinco anos da minha vida (além de ser autora da peça, Chris a encenava). Amo teatro, mas também amo estudar. Acabei dando uma parada para me dedicar a um curso de seis meses sobre as questões de gênero na Universidade da Califórnia em Los Angeles. Para ser bem sincera, tive um sonho em que um homem me dizia: 'Eu te amo. Mas você tem que me encontrar em Los Angeles'. Eu estava em dúvida se ia para Barcelona. Liguei para uma amiga de infância que mora em LA e contei para ela do sonho de que eu iria encontrar minha alma gêmea lá. Aí ela me disse que era pesadelo, porque na cidade metade dos homens é gay e a outra metade são atores que não deram certo. Mas eu disse a ela que ia mesmo assim, porque acredito em sonho e aquele tinha sido muito real. Não deu outra. Eu estava há três meses na cidade e, numa festa, comecei a conversar com uma senhora. Ela me perguntou o que eu estava fazendo lá. Eu disse: 'Não estou aqui para trabalhar, estou para estudar, para relaxar, depois de ficar quase cinco anos em cartaz com espetáculo de quinta a domingo. Mas sei que em LA todo mundo quer alguma coisa e eu quero encontrar o meu marido. Estou cansada de ser solteira, tive um sonho e vou encontrá-lo aqui'. Aí ela me disse: “Você sabe que eu conheço seu marido? O nome dele é Billy e ele mora em Fargo. Ele é o meu sócio”. Meu marido tinha uma produtora de filmes independentes e ia encontrar com essa senhora todo mês em Los Angeles. Aí ela pegou o celular, ligou para ele e me disse para deixar um recado na caixa postal. A mensagem que eu deixei era assim: 'Eu não sei quem você é, você não sabe quem eu sou, mas diz a sua amiga que eu sou a sua esposa. Então, você tem que vir para cá me conhecer'. Aí o resto é história. Seis meses depois eu estava casada."

Muito lindinho, não??

19 novembro 2009

Enquanto derreto...


Quando eu vejo na tevê que fez 33ºC em Curitiba - e eu sempre aumento uns 5ºC pela minha conta - eu vejo que tá todo mundo sofrendo com o calor no país! Povo de Deus, o que é isso?! Eu só não vou contar qual tem sido o meu traje de ficar em casa por esses dias - hoje especialmente que tô de folga - porque este é um blog familiar! rsrs

Mas a vida segue - mesmo no calor do Saara que tem feito - e essa é minha última semana de aula. Ah, uma colega brincou comigo falando duas coisas das quais eu não lembrava de terem sido ditas pelo Prof. Luciano na minha banca sexta passada: ele me chamou de "a dona da palavra" e "professora nata"! Como dizem as menininhas da minha sala: uuuuuuu - é um "uuuuuu" engraçado, não de vaia, que não tem graça escrito, percebi :S

No mais, ontem apresentei o seminário do estágio de Português e tive 6 minutos pra contar como foi o mesmo - e fui super-sucinta mesmo! - hoje apresentei o último trabalho de literatura hispânica, amanhã tem o último trabalho de linguística e café da manhã especial - sempre fazemos café da manhã - quando serão tiradas fotos pro baile.

Então, o baile parece que vai ser diferente do que aquilo de R$ 130 o convite. E o pior é que eu botei pilha mas, juro, não tava muito a fim de ir! (hahaha) Obviamente quase apanhei hoje quando disse que achava que não ia não... Bom, mas agora é ver vestido - nada de longo, a festa não é minha! - e me empolgar pra festa.

No trabalho, tô em um lugar sem ar-condicionado. E que não tem circulação de ar também! Suportei até ontem porque tinha que ter um pc pra fazer as coisas da fac e da Mostra Espírita, mas acho que semana que vem vou pedir asilo em posto com ar-condicionado se continuar quente assim!

E nem dá pra se empolgar para se arrumar com esse clima! Decidi que quero comprar um tal de blot, que é um pó compacto que dá uma chupada na oleosidade da pele mas não vou comprar no Brasil onde custa uns R$ 100! Como não vende a marca dele M.A.C. no Paraguai, aqui em Ciudad del Este pelo menos, ou espero até janeiro, quando minha tia preferida viajará pro Peru - ela tem uma agência de viagens e está sempre indo pra lá... de dar inveja mesmo! - ou...

Pode rolar uma viagem pra Buenos Aires no começo do mês que vem!Um casal de amigos - a Fer e o Márcio - vai ver o show do AC/DC na capital argentina e daí eles me convidaran pra ir de carro com eles. Tô muito tentada porque, vergonhosamente, ainda não conhece Buenos Aires, porque sairá barato rachar gasolina e hospedagem - albergue, pessoal! -, os dois e as duas amigas que poderão ir também são muito queridas - Vikki e Ange! e porque seria minha viagem de final de ano - mas eu trocaria Bs As por uma praia, de coração! Tô na torcida pra dar certo, pro meu chefe se comover com o meu pedido de folga - ficaríamos 5 dias fora, 2 de viagem, um na ida e outro na volta - e as amigas toparem porque só vou se formos em 5 - mais barato.

Dois gatinhos dos cinco da Kitty já conseguiram mamães adotivas e estão para trocar de casa. São colegas minhas da fac e sei que serão bem tratados e amados por elas. Mas dá uma pontinha de tristeza por tê-los saindo de casa.

E é isso. Este foi um post muito do sem-vergonha, uma desculpa pra escrever algo porque tava com saudade já. Prometo um mais interessante pra breve ;)

Foto: Melting rainbow by Frider.

17 novembro 2009

Evangelização

Uma das coisas que acho mais bacana aqui no blog é que a coisa é bem ecumênica: tem os que não crêem em nada, mas tem espírita, evangélico, católico... E a gente vai seguindo muito bem convivendo assim, não vai?

A turminha daí de cima é a dos meus evangelizandos, a molecada de 13 a 15 anos que eu encontro todos os sábados à tarde lá no Centro pra conversarmos, seguindo um plano nada rigoroso de aulinhas. Este ano falamos do começo do Cristianismo, da vida de Jesus, do começo do Espiritismo e de temas voltados mais à idade deles: convivência no lar, auto-conhecimento, amizades, vícios...

Este é o meu 6º ano como evangelizadora e tive altos e baixos. Este ano é um dos altos, com uma molecadinha bem querida, curiosa, inteligente e esperta. E interessada, que é o que mais importa em um sábado à tarde, mormacento por natureza, sonolento depois do almoço.

Muitas vezes eu fico me questionando, quando ouço conversa deles - ano passado teve muito isso, este ano não - se tem alguma importância na vida deles o que ouvem ali, se vão colocar em prática e até que ponto confiam em mim para lhes passar informações e conversarem. Há algumas semanas tive uma resposta.

Durante o estágio de Português lá dentro da Itaipu encontrei um ex-evangelizando que agora estuda Engenharia Elétrica. Não vou dizer o nome dele por questão de privacidade - dele. No ano em que evangelizei a turminha dele eram uns 4 meninos e 1 menina. No começo eu achei que seria complicado lidar com os piás mas foi uma das melhores turmas que já tive! Esse mocinho em particular no começo tinha um jeito muito engraçado de me olhar e que eu interpretava como dúvida diante de tudo que eu dizia. E se encolhia - tipo moleque pequeno - quando eu dava o beijo na chegada. Aos poucos ele não foi fugindo do beijo e nem fazendo a cara de "duvido" ao que eu falava. E nesse dia que o encontrei, ele quis falar comigo, contar da sua vida, pedir conselho sobre uma amiga que passa por uma fase complicada. Ele abriu seu coração, falou por muito tempo ali e depois pelo MSN e, ao final, me agradeceu por ouvi-lo e disse que só eu mesma que poderia entendê-lo e dizer o que ele precisava ouvir. Disse - e sempre ele e o irmão menor falam isso ao me encontrar - que sente muita saudade de quando era meu aluninho - eu chamo todos assim, mesmo os que já não são pequenininhos... bom, pela foto dá pra ver que poucos são "inhos", né? rsrs - e que gosta muito de mim.

Fiquei comovida com tudo que ele falou - e escreveu - porque ele é um mocinho reservado e eu percebi o alívio dele depois de me ouvir e ler e a sinceridade no longo agradecimento.

Essa turma deste ano é muito fofa. A foto tiramos sábado passado na nossa festinha particular de revelação de amigo secreto. Eu tirei a Valeska, a tímida de blusinha verde - e quem me tirou foi a Carol, que está logo atrás dela e que tem uma história interessante no nosso grupo: a Carol ia em outro Centro que "fechou para reformas"; sim, muito esquisito, mas foi o que eles fizeram e aí ela veio pro nosso grupo. E sábado já falava de como seria no próximo ano, ali conosco, sem cogitar que terá seu grupo de volta no outro Centro. E disse, ao revelar que me tinha tirado, que eu era um dos motivos para ela continuar indo ali, porque me adorava muito.

Sim, eles aprendem o que a gente ensina, eles aprendem o que devem ou não devem fazer. E eles são tão queridinhos e fofos, que no final do ano, sabendo que boa parte mudará de ciclo em 2010, dá uma saudadinha antecipada de todo mundo!

14 novembro 2009

Boas notícias


Alívio pessoal, duas vezes aliviada, pela minha mãe e pela banca. E vou contar pra vocês como foram os dois :)

***

Começando pela Mãinha: falei com meu pai umas 15h30 mas ainda não tinham sido consultados - quer dizer, minha mãe não tinha sido consultada, rsrs - mas lá pelas 17h minha irmã me ligou avisando que falara com o Painha e que a Mãinha e o cardiologista diagnosticou com crise hipertensiva, ficaria internada essa noite para poder fazer mais exames e ser observada.

À noite falei com eles. Ela estava assustada, chorou um pouco porque disse que não sabia o que acontecia, que não lembrava de ter falado comigo... Mas foi se acalmando, falei que o Tata, meu irmão, tinha conversado com o sogro dele que é cardio e que disse que o procedimento era este mesmo, que provavelmente eles teriam que estudar uma mudança de medicação. E de hábitos, o sempre mais difícil, né?

Pessoal querido, obrigadíssima pelas preces, pelos comentários no outros post. Lu, Sandra, Cris, Rubens, Talita, Mel, Ellen... Obrigadíssima mesmo! A distância é o que mais assusta, você não ter idéia do que acontece por lá.

Eu cheguei a pensar em Alzheimer Lu, aliás, eu penso sempre e peço a Deus que não tenha que ver meus entes queridos passarem por ela - e você sabe bem a barra que é, né? Muito melhor do que eu! -, mas ontem, pela rapidez das coisas, eu pensei foi em derrame mesmo.

Ellen, me preocupei porque foi muita coisa e muito rápido. Lapsos de memória até eu, aos 34 tenho; ainda mais em final de ano, com tanta coisa já tendo sido feita.

Se Deus quiser ficará tudo bem agora :)

***

Da banca. Bom, ela começou com quase 1h30 de atraso. A banca aqui é assim - vou dizer porque não sei se é em tudo quanto é lugar, porque quando me formei em Turismo era diferente - : fazem parte dela o professor que orientou o estágio e outros dois professores convidados pelo acadêmico. Uma das professoras convidadas, que trabalha com literatura de autoria feminina se confundiu com as datas e não apareceu. Aí minha orientadora sugeriu outra professora, mas tiveram que esperar ela terminar a orientação de uma aluna. Aí a profe Nildi - olha a intimidade com minha orientadora! rsrs - veio falar comigo e com a Vik, uma amiga que teria a mesma banca, no horário seguinte ao meu, e disse que só teriam tempo pra uma banca, porque senão atrasaria demais as outras - ontem tinha banca até às 13h! Não era como queríamos, mas eu sabia que a Vik queria mais a outra professora na banca dela que eu, além de que, achei chato a profª Scheila - olha o nome da lindinha! rsrs - ser desprezada por nós duas e decidi apresentar ontem mesmo.

Ah, esqueci de contar que TODOS os alunos do 2º ano foram levados pra lá pela professora de Filologia! Nunca vi banca com tanta gente assistindo! rsrs

Foi tudo bem, tive que correr pra usar só 20 minutos e a avaliação dos professores... Olha, eu vou contar uma coisa séria pra vocês: eu me sinto muitas vezes uma fraude, não sei se vão entender isso, mas eu sinto que todo mundo pensa que eu sou e sei muito mais do que na verdade eu sou e sei; e isso me angustia muitas vezes e me assusta porque fico sempre esperando alguém me "desmascarar". Notem bem: eu não finjo nada! Mas acho que sempre estão pensando que sou mais do que sou e sei. Calaaaaaro que não falo de todo mundo, mas de várias pessoas. E fiz essa pequena digressão porque eu esperava ser "desmascarada" na banca, ainda mais depois de, relendo pra apresentação o trabalho, ter encontrado trocentos e um erros de digitação! E o prof Luciano que estava na banca é exigente! Mas... foi ele o primeiro que falou e quase me fez chorar! Disse que escrevo muito bem, que mesmo em um trabalho científico eu escrevo com leveza e isso fez ele se lembrar da Lya Luft (!) falando que foi muito difícil pra ela escrever sua tese de mestrado porque ela não conseguia ser científica já que sua escrita era outra. Elogiou a base teórica do TC, minha segurança e desenvoltura ao falar. Completou dizendo que, se eu não era ainda professora, eu deveria ser. Mas sugeriu que eu deveria me aprofundar mais no que é "subjetividade" - que dá pra, simplificando, dizer que é a identidade da pessoa - e falar mais de Foucault - um pensador francês que eu não consigo muito bem entender mas de quem eu já sabia que deveria ter falado mais - e sugeriu que eu usasse mais da base teórica nas análises das crônicas. Aí a profª Scheila, que só viu a apresentação, me avaliou por ela, disse ter adorado o tema, perguntou porque eu escolhera Martha Medeiros, eu expliquei, e ela também disse que eu serei uma excelente professora de literatura, que falo muito bem e pediu uma cópia do meu trabalho.

Gente, quase chorei! Fui aprovada, foram pedidas as modificações as quais eu acatei e tô muito, muito feliz com isso!

Mel, posso corrigir pelo menos os erros de digitação antes de te mandar? E vou mandar sim, tá?

***

E vou parar o post por aqui porque já ficou gigante. Tá parecendo os posts do Zeca Camargo no blog dele! rsrs

Novamente, obrigada pelas preces e pensamentos positivos pra minha mãe. Quem fala da frieza dos relacionamentos da net é muito desorientado e não sabe que rola muito carinho por aqui mesmo por quem AINDA nunca se viu! :)

Imagem by: www.ingilisi.com

13 novembro 2009

Pedido encarecido

Liguei há cerca de 1h pra contar pros meus pais como foi a banca - melhor do que o esperado :) - e minha mãe me contou que não tinha amanhecido bem, que não conseguia lembrar do que lhe acontecia logo antes e meu pai estava de saída com ela pra Imperatriz - há 1h30 de lá, mais ou menos - pra irem em um neurologista. Uma amiga deles, de lá e conhecida na região, ia junto para procurarem um bom médico.

Por favor, rezem por ela. Tô assustada, tô com medo de ser algo grave. Ela passou o telefone pro meu pai e, logo depois de ter me parabenizado pela banca, disse pro meu irmão que não sabia dizer porque me parabenizara e, enquanto eu falava com meu pai ouvia ela perguntar pro meu irmão pra onde ela estava indo e porque ia. Isso logo depois dela mesma ter me contado que iam procurar um médico!

Quem não crê em Deus, pense positivo que é tudo energia "do bem" em favor da Mãinha.

Depois comento da banca, não consigo parar de chorar agora.

11 novembro 2009

Trés o cuatro cositas...

Não pretendia um segundo post hoje, mas quis comentar umas coisas.

***

Não rolou apagão por aqui. Pois é, na terra da Itaipu a energia é distribuída pela Copel, a companhia de energia elétrica do estado. Só soube que acabou a luz em meio Brasil pela tevê.

Que coisa, né? Achei meio assustadorzinho e imaginei trocentas situações complicadas de estarem acontecendo e se ficar sem luz, como, por exemplo dentro de um elevador! Medão!!

Eu sempre deixo velas ao alcance, mas acho que vou esparramá-las por outros cômodos da casa, além de no meu quarto. E fósforos!!

***

Uma coisa bem chata aconteceu na minha turma da faculdade.

Não estou na comissão de formatura - ou seja, o pessoal que fará baile e tals. Não tô porque meus pais não estão aqui, porque não tô casada ou namorando e porque, principalmente, já tive meu baile de formatura "para constar" e o da minha irmã, um ano depois, que foi zilhões de vezes melhor do que o meu - no meu odiei a minha roupa, o meu cabelo, a ridícula maquiagem... tudo!!

Bom, mas aí, mesmo não estando nos que querem participar do baile, e serem homenageados, entrar com musiquinha particular, ter lembrancinha personalizada na mesa e não sei mais o quê, eu estava quase decidida a comprar convite de uma das amigas que estarão também se formando. Mas eis que a comissão decidiu em sua maioria que não é justo quem não paga pelo baile comprar convite pra ir por R$ 35 e agora exige que, quem quiser ir, pague R$ 130 (!!) para jantar e baile. A justificativa deles? Nós usufruiremos da festa do mesmo jeito que eles.

Bocuda como sou, disse que não seremos homenageados nem nada, que a festa é deles, que seremos convidados. O que ouvi, junto com outros colegas, foi que a festa é particular e eles já decidiram isso. Que se vamos ao baile, se vamos participar como eles - que não nos deixarão de lado no evento - temos que pagar com eles as despesas. E a presidência da comissão ainda disse que quer muito que nós participemos do baile. Eu ri na hora e disse que um pouquinho eles até podem querer, mas muito não querem mesmo!

Ah, e minhas amigas, ou qualquer outra pessoa que participará do baile, estão proibidas de comprar convite pra gente por R$ 35!!

Se antes eu queria mais ou menos, agora, a R$ 130, não vou mesmo!!

É ou não é revoltante?!?! Acho que isso ainda vai dar pano pra manga...

***

Meu irmão recém-casado passou uma semana aqui em Foz. Aproveitou um preço suuuper-camarada - menos de R$ 600 ida e volta, de Imperatriz pra cá! - e veio em mini-férias, sozinho.

Foi gostoso tê-lo aqui mas percebi também o quanto fui, até o momento, feliz com os homens que convivi - marido e namorados. O piá fazia uma bagunça louca! (rsrs) Felizmente eu não tinha conseguido dar um jeito na casa ainda, daí que não me preocupei muito com organização nos dias corridos que tenho tido. Mas dá-lhe abaixar tampa de vaso, catar garrafa de refri jogada pela casa, guardar queijo derretendo em cima da mesa... Sério, não me estressei, mas quis que todos os homens fossem educadinhos como o A., o D., o C. ...

***

Sexta-feira é minha banca. Por favor, fiquem no pensamento positivo torcendo pelo bom andamento de tudo e, principalmente, para que eu fique calma. Obrigadíssima desde já :)

Crônicas analisadas na minha monografia (2) - O que mais você quer?


Era uma festa familiar, dessas que reúnem tios, primos, avós e alguns agregados ocasionais que ninguém conhece direito. Jogada no sofá, uma garota não está lá muito sociável, a cara era de enterro. Quieta, olhava para a parede como se ali fosse encontrar a resposta para a pergunta que certamente martelava em sua cabeça: o que estou fazendo aqui? De soslaio, flagrei a mãe dela também observando a cena, inconsolável, ao mesmo tempo em que comentava com uma tia: “Olha pra essa menina. Sempre com essa cara. Nunca está feliz. Tem emprego, marido, filho. O que ela pode querer mais?”

Nada é tão comum quanto resumirmos a vida de outra pessoa e achar que ela não pode querer mais. Fulana é linda, jovem e tem um corpaço, o que mais ela quer? Sicrana ganha rios de dinheiro, é valorizada no trabalho e vive viajando, o que é que lhe falta?

Imaginei a garota acusando o golpe e confessando: sim, quero mais. Quero não ter nenhuma condescendência com o tédio, não ser forçada a aceitá-lo na minha rotina como um inquilino inevitável. A cada manhã, exijo ao menos a expectativa de uma surpresa, quer ela aconteça ou não. Expectativa, por si só, já é um entusiasmo.

Quero que o fato de ter uma vida prática e sensata não me roube o direito ao desatino. Que eu nunca aceite a idéia de que a maturidade exige um certo conformismo. Que eu não tenha medo nem vergonha de ainda desejar.

Quero uma primeira vez outra vez. Um primeiro beijo em alguém que ainda não conheço, uma primeira caminhada por uma nova cidade, uma primeira estréia em algo que nunca fiz, quero seguir desfazendo as virgindades que ainda carrego, quero ter sensações inéditas até o fim dos meus dias.

Quero ventilação, não morrer um pouquinho a cada dia sufocada em obrigações e em exigências de ser a melhor mãe do mundo, a melhor esposa do mundo, a melhor qualquer coisa. Gostaria de me reconciliar com meus defeitos e fraquezas, arejar minha biografia, deixar que vazem algumas idéias minhas que não são muito abençoáveis.

Queria não me sentir tão responsável sobre o que acontece ao meu redor. Compreender e aceitar que ao tenho controle nenhum sobre as emoções dos outros, sobre suas escolhas, sobre as coisas que dão errado e também sobre as que dão certo. Me permitir ser um pouco insignificante.

E, na minha insignificância, poder acordar um dia mais tarde sem dar explicação, conversar com estranhos, me divertir fazendo coisas que nunca imaginei, deixar de ser tão misteriosa para mim mesma, me conectar com as minhas outras possibilidades de existir. O que eu quero mais? Me escutar e obedecer ao meu lado mais transgressor, menos comportadinho, menos refém de reuniões familiares, marido, filhos, bolos de aniversário e despertadores na segunda-feira de manhã. E também quero mais tempo livre. E mais abraços.

Pois é, ninguém está satisfeito. Ainda bem.

Martha Medeiros - 28 de maio de 2006

(Doidas e santas, 2009)

10 novembro 2009

Crônicas analisadas na minha monografia (1) - A mulher e a patroa


Sexta-feira - 13, diga-se de passagem, rsrs - é a apresentação da minha monografia pra banca examinadora.

Talvez eu até devesse estar um pouco nervosa, e confesso que um pouquinho estou mesmo, mas nada que esteja me incomodando porque falarei de um assunto do qual gosto e de um trabalho que gostei de escrever.

Na monografia eu analisei seis crônicas da Martha Medeiros, falando da subjetividade feminina encontradas nelas. Não são minhas crônicas preferidas, mas tratam do assunto que eu enfoquei no trabalho e eu vou, até quinta-feira, postar três delas, uma por dia. Espero que gostem :)

A mulher e a patroa

Há homens que têm patroa. Ela sempre está em casa quando ele chega do trabalho. O jantar é sempre rapidamente servido à mesa. Ela recebe um apertão na bochecha. A patroa pode ser jovem e bonita, mas tem uma atitude subserviente, o que lhe confere um certo ar robusto, como se fosse uma senhora de muitos anos atrás.

Há homens que têm mulher. Uma mulher que está em casa na hora que pode, às vezes chega antes dele, às vezes depois. Sua casa não é sua jaula nem seu fogão é industrial. A mulher beija seu marido na boca quando o encontra no fim do dia e recebe dele o melhor dos abraços. A mulher pode ser robusta e até meio feia, mas sua independência lhe confere um ar de garota, regente de si mesma.

Há homens que têm patroa, e mesmo que ela tenha tido apenas um filho, ou um casal, parece que gerou uma ninhada, tanto as crianças solicitam e ela lhes é devota. A patroa é uma santa, muito boa esposa e muito boa mãe, tão boa que é assim que o marido a chama quando não a chama de patroa: mãezinha.

Há homens que têm mulher. Minha mulher, Suzana. Minha mulher, Cristina. Minha mulher, Tereza. Mulheres que têm nome, que só são chamadas de mãe pelos filhos, que não arrastam os pés pela casa nem confiscam o salário do marido, porque elas têm o dela.

Há homens que têm patroa. Vou ligar pra patroa. Vou perguntar pra patroa. Vou buscar a patroa. É carinho, dizem. Às vezes, é deboche. Quase sempre é muito cafona.

Há homens que têm mulher. Vou ligar para minha mulher. Vou perguntar para minha mulher. Não há subordinação consentida ou disfarçada. Não há patrões nem empregados. Há algo sexy no ar.

Há homens que têm patroa.

Há homens que têm mulheres.

E há mulheres que escolhem o que querem ser.

Martha Medeiros - Novembro de 1999.

(Non-stop/Crônicas do cotidiano, 2001)

08 novembro 2009

Selo :)

Selo recebido da Mel - selo acaba sendo um meme com outro nome, não acham?

Mas eis as regras:

a) Seguir as regras - meio óbvio, não?
b) Levar o selo que identifica quem está, esteve e estará na brincadeira;
c) Completar as frases...

Eu já... apareci no Fantástico!!

Eu nunca... tive vontade de conhecer a China.

Eu sei... que se fosse mais dedicada seria uma aluna excepcional.

Eu quero... ter um Natal mais generoso em presentes do que o do ano passado.

Eu sonho... ter estabilidade financeira, viajar bastante e ter um homem bacana ao meu lado - minha professora de Literatura odiaria ver que associo parte da minha felicidade a um homem... hahaha

d) Depois, indique 5 blogueiros:


Obrigada pelo selo, florzinha!

06 novembro 2009

Momento Espírita: Tudo passa


Certamente, você já deve ter passado por dias difíceis, onde os passos, antes ligeiros, se fazem contados, e onde o cenho pesado descreve as paisagens do coração.

Nesses dias, tem-se a impressão de que o ar se mostra pesado e cortante, que o céu é menos azul e que o riso e a espontaneidade desapareceram de nós mesmos.

São dias de desafios, que ocorrem com qualquer um de nós, nos oferecendo o aprendizado e o entendimento que a vida é escola a oferecer inúmeras lições.

Algumas vezes esses dias nascem das dificuldades financeiras, onde o dinheiro parece minguar, até mesmo para as contas mais básicas da manutenção da família.

Doutra feita, os dias sombrios surgem lentamente, no dia-a-dia da convivência familiar, seja no filho difícil, a nos exigir amor incondicional, ou no cônjuge exigente, a nos demandar paciência e compreensão.

Não raro, são as pequenas tarefas comezinhas, que vão, qual picadas de agulha, pouco a pouco, minando nossa disposição e esforço por bem conduzir a vida.

Conta-se que o Apóstolo da Caridade, Francisco Cândido Xavier, o nosso Chico Xavier, estava passando por uma fase muito dura em sua vida.

Os problemas familiares se avolumavam, a incompreensão alheia se mostrava intensa e isso tudo lhe enchia o coração de inquietações e dores.

Um dia, em que as dores se mostravam mais profundas, recorreu Chico Xavier ao seu mentor espiritual, Emmanuel, a fim de fazer-lhe uma solicitação.

Rogou Chico se Emmanuel poderia fazer um pedido, solicitar um conselho a Maria Santíssima, a mãe de Jesus, que, com seu coração amoroso e materno, pudesse lhe dar um conselho em momento tão amargo de sua vida.

Emmanuel lhe respondeu que iria encaminhar sua solicitação. Passados alguns dias, retorna o Espírito venerável com a resposta de Maria, mãe de Jesus.

Chico, diz Emmanuel, Maria manda lhe dizer o seguinte: “Tudo passa”. E o sábio médium acolhe aquelas palavras curtas entendendo o seu significado. Afinal, tudo passa.

Assim acontece conosco. As borrascas da vida são desafios para o desenvolver das virtudes. Elas nos exigem ora a paciência, ora a compreensão, tantas vezes nos convidam a cultivar a fé.

Todos esses desafios estão sob os olhos de Deus, que cuida de cada um de nós atentamente, sabendo quais as melhores lições para cada um de nós, Seus filhos.

No momento da dificuldade, quando as dores parecem intensas, quando as forças parecem se esvair, e quando temos a certeza que iremos sucumbir, há que se lembrar do conselho de Maria Santíssima: Tudo passa.

Dores e tormentos são lições para a alma que, ao bem conduzi-las, passa a compreender melhor as Leis de Deus, os desígnios da vida, amadurecendo seus valores.

Por mais intensos sejam os desafios de hoje, amanhã estes mesmos se transformarão em lembranças na mente e valores perenes no coração.
Redação do Momento Espírita.
Em 06.11.2009

05 novembro 2009

Caloooooorrrrrr!!!!!


Gente do céu, que calor é esse?!

Depois de quase virar perereca de tanto que choveu por essas bandas, agora tô derretendo!!!

Foz não tem muita divisão de calor entre Primavera e Verão: começa a esquentar em outubro e então dá-lhe fugir do sol! E é fugir do sol mesmo, inclusive com possibilidade de sombra; todo mundo prefere ficar em casa, sair só de manhã, evitar qualquer coisa que não seja extremamente obrigatória fazer "na rua".

E aí tem aquele negócio de "mas na tevê nunca aparece que tá tão quente aqui em Foz..." e um amigo meu da Aeronáutica explicou o porquê dia desses na sala de aula: o termômetro que mede a temperatura aqui na cidade fica escondidinho em uma sombra no Parque Nacional e, por isso, a disparidade entre os 34ºC da tevê e os 42ºC da rua - asfalto aumenta mesmo a temperatura ambiente, não é só impressão. E, pelo menos aqui, pode haver uma disparidade de até 10º entre a temperatura "oficial" e a real.

42ºC pessoal... é de rachar côco, fritar ovo na rua... Um mormaço abafado, um ar pesado que só ar-condicionado resolve porque ventilador, como o que tenho a uns 80 cm do meu rosto nesse exato momento - fui premiada na minha volta da licença-prêmio com um posto de de serviço com o ar-condicionado estragado, pode? rsrs - só me manda um bafão quente no rosto!

Ando escolhendo meus ambientes pra frequentar pelo ar-condicionado, aliás. E não só eu, vejo que amigas tem feito o mesmo: "Tem ar? Sim? Então vou! Não tem? Ah, então vamos pra outro lugar??". rsrs

Espero que vocês estejam mais fresquinhos do que eu por esses dias...

04 novembro 2009

Esperando na janela - Cogumelo Plutão



Porque amo de paixão essa música.

Porque ela foi escolhida pra ser cantada no encerramento das atividades da Evangelização Infanto-juvenil na nossa Casa Espírita - vendo ela como uma canção de amor a Deus.

Porque tô louca pra postar algo mas tô morrendo de sono pra escrever e/ou pensar muito.

(Sim, eu sei que o clipe é tosquinho mas, pela música, vale a pena relevá-lo)