22 outubro 2008

Gatinho bonitinho


Este aqui é o Milo!!

O Milo nasceu Mila. Quer dizer, o Milo não nasceu Mila porque eu nem sei onde ele nasceu! Meu irmão Leandro um dia me ofereceu um filhotinho de gato siamês que a vizinha de seu amigo ameaçava jogar "fora" (que nem lixo). Aceitei o gatinho.

Bom, confesso que me orgulho do meu conhecimento "leigo" acerca de gatos: tem mais de três cores? Só pode ser fêmea, machos nunca têm mais que duas cores! É lenda que gato castrado fica mais caseiro. Mas, sim, eles engordam horrores depois da cirurgia.

Então, com todo meu passado de experiência felina, recebi o bebezinho siamês em casa com muito carinho. De cara, uma constatação óbvia: aquele filhote não era siamês (nem meio-siamês, nem 1/3 siamês), era um vira-latinha muito chato que escalava nossas pernas com aquelas garrinhas finas e fatais.

A minha flatmate, depois que examinei o bichano e constatei que era fêmea, batizou-o de Mila. E assim ficou.

Acontece que o tempo foi passando e a Mila deu sinais de estar entrando no cio. Aquela chatura de miação, além de uma agressividade que fazia ela parecer mais um machinho que uma mocinha (ah, mal sabia eu ainda...)! Liguei pro "meu" veterinário, perguntei preço da histerectomia, estava com medo dela entrar de repente no cio e termos que trancá-la por dias gritando no apartamento!

Num desses dias a minha amiga (que confirmou não entender NADA de gatos nesse dia), comentou que a "pererequinha" da Mila estava inchada e me perguntou se era do cio. Eu disse que provavelmente era, mas nem fui olhar. Um ou dois dias depois, assim que levantei pra ir pra aula e a Mila fazia farra na cama, aproveitei pra ver a pererequinha dela. Susto! A Mila não tinha mais pererequinha! A Mila tinha uns saquinhos bem visíveis, bem grandinhos! Ou seja, a Mila nem era Mila!! Depois do choque de um segundo, veio muita gargalhada. Depois das gargalhadas, uma compreensão por ela, agora ele, ser tão terrível, hiper-ativo, bagunceiro e rueiro!

Acabou virando Milo, porquec não tinha lógica trocar o nome dela/dele depois de seis meses. Ele é o meu companheirinho que revira a lixeirinha do quarto atrás de bolinhas de papel e de quem escondo os canudos que traz do telhado vizinho e os meus elásticos de cabelo (brincadeiras sempre feitas, claaaaro, na minha cama, preferencialmente depois das 23h, quando já estou deitada).

O monitor é o cantinho preferido dele quando estou usando o computador. O ruim é quando ele decide esticar as patas... pra baixo, cobrindo toda a tela. Mas como ficar brava por muito tempo ou tirá-lo dali? Ele não é uma fofura?

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