04 julho 2012

Especial Séries: House



Pensei e repensei muito pra falar de House porque todo mundo já ouviu falar da série que, recentemente, terminou, na sua oitava temporada.

Mas aí eu pensei nas pessoas que, como eu, já tinha ouvido falar trocentas vezes da série e nunca tinham se animado pra vê-la - meu caso. Me desanimava também começar a ver uma série que já tinha anos de episódios e, me conhecendo, eu sabia que ia ficar desesperada pra ver todos até alcançar os episódios atuais. Quando anunciaram que a série seria cancelada, resolvi começar a vê-la porque, agora sim, eu sabia quando terminaria e não precisava correr.

O que eu sempre ouvia falar é que a série era sobre um médico grosseiro, que espinafrava todo mundo ao seu redor mas era ótimo no que fazia: diagnosticar doenças que outros médicos não eram capazes de diagnosticar.

Bom, aí comecei a ver a série sobre o médico - Hugh Laurie - que trabalhava em um hospital universitário fictício em New Jersey, com uma equipe jovem, tendo um único verdadeiro amigo, o oncologista Dr. Wilson - Robert Sean Leonard, pra mim, o eterno Neil de Sociedade dos Poetas Mortos! - e uma chefe compreensiva até demais - Lisa Edelstein.

Tô na metade da quinta temporada e não é a mais empolgante de todas mas já sei de bombas que virão nos próximos episódios e que até já me fizeram chorar antecipadamente. Já vi também o episódio final da série e sei de várias coisas que acontecerão nas próximas temporadas. Mas gosto, adoro, ver a evolução dos personagens, o amadurecimento da maioria, suas histórias reveladas, suas lágrimas e sorrisos. Os casos médicos também são legais, principalmente quando os pacientes causam empatia especial nos médicos - aliás, meus mais queridos até agora são a Dra. Cameron - Jennifer Morrison, de Once upon a time, da qual falei ontem - e o querido Dr. Kutner - Kal Penn, de Nome de família, um dos meus filmes preferidos!

House é tipo Lost e Friends, daquelas séries que terminam e o povo segue adorando. Demorei pra conhecer mas tenho consciência que não é à toa que seus personagens, principalmente o protagonista, atormentado por suas dores e viciado em hidrocodona, são tão cativantes e deixaram saudades nos milhões de fãs ao redor do mundo.

P.S. 1: Quando ouvi falar a primeira vez da série tendo Hugh Laurie como protagonista eu levei um susto porque conhecia Laurie como comediante do seu tempo na Inglaterra, principalmente ao lado de Stephen Fry!


P.S. 2: Os autores da série inspiraram-se livremente em Sherlock Holmes e a gente nota isso desde os nomes de Holmes - home = house - e Wilson - Watson, ao nome de alguns personagens que aparecem ao longo da série, como o marido de uma ex-paciente chamado Moriarty - o maior inimigo de Holmes! - e em outro momento quando Wilson cita Irene Adler, nome da única mulher que conseguiu mexer com o coração de Holmes. Ou no modo como House deduz situações corriqueiras e resolve seus "casos".


P.S. 3: Hoje eu acho que House tem até um grande coração. É íngua, não demonstra seus - bons - sentimentos com frequência, mas não é má pessoa.

2 comentários:

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