15 março 2011

Vi: O discurso do Rei


Eu adoro coisas relacionadas à realeza! Provavelmente começou quando colocaram uma tevê na escolinha em que eu estudava o pré-primário pra vermos o casamento do Príncipe Charles e da Princesa Diana. Eu tinha 6 anos.

Leio tudo o que encontro sobre a última família real russa, por exemplo e, hoje em dia, de vez em quando, acho bacana entrar em uns sites europeus que falam das famílias reais por lá e ler informações que não mudarão em nada minha vida. Mesmo assim, fiquei feliz de estar de férias em abril e poder ver sossegada o casamento do Príncipe William e de Kate Midleton.

Nada mais natural, então que, fã de cinema e de realeza, eu quisesse assistir O discurso do Rei (The king's speech, Inglaterra, 2010) e conhecer um pouco da história do Príncipe George VI, pai da Rainha Elizabeth II.

A narrativa começa em meados da década de 1930. O futuro rei da Inglaterra, batizado como Albert - o tudo de bom Colin Firth - era o segundo na linha de sucessão. Desde criança ele desenvolvera uma gagueira que, se já é um problema pra qualquer pessoa, imaginemos pra um príncipe. Sua esposa - Helena Bonham-Carter - resolve tentar ajuda com um terapeuta australiano - Geoffrey Rush - que se utiliza de métodos pouco convencionais que, no entanto, mostram-se válidos no caso do príncipe. Os dois acabam desenvolvendo algo próximo de uma amizade - porque realeza não é de se misturar, né? rsrs

As coisas complicam quando o irmão mais velho de Albert, poucos meses depois de assumir o trono britânico, renuncia para poder se casar com a namorada, uma mulher mais velha do que ele, estadunidense, e que está em seu segundo divórcio. Albert é coroado como George VI e fica à frente do seu império durante um dos períodos mais negros da história recente britânica, a II Guerra Mundial.

O filme é bem feitinho, os atores, todos, estão bárbaros e gostei bastante. Era como eu esperava. No entanto, em ano de muitos filmes bons, dar-lhe o Oscar foi sem graça, previsível e óbvio demais. Mas nem essa "injustiça" tirou a graça do filme pra mim.

Adorei O discurso do Rei e super o recomendo!

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