Pular para o conteúdo principal

Tudo em família


(Este post teve que ser editado porque estava gigante! Segue agora na versão "ataiada")

Meu primeiro post aqui, em outubro de 2008 falava dos brechós familiares.

Quanta roupa a gente não compra e acaba usando nada ou muito pouco porque deixa de nos servir, ou descobrimos que não gostamos? Foi pensando nisso que inventamos os nossos brechós que acontecem na casa uma tia ou prima, ocasionalmente. Levamos roupas, sapatos, acessórios, maquiagens e sei lá mais o que, que não gostamos ou não usamos e tentamos trocar por coisas bacanas dos guarda-roupas alheios que nos agradem.
 
Hoje fizemos um brechó na casa de uma tia minha. Voltei pra casa sem uma camisa branca, um vestido e uma bata animal print, uma blusa de malha colorida, um vestidinho verde e uma camisa de musselina estampadinha - eu tô parecendo muito perua com essa estampaiada toda mas não sou, juro gente! E levei comigo um blazer preto perfeito do qual precisava muito, um blush meio pêssego que peguei numa troca da minha mãe - que costuma não levar nada mas volta sempre com algo... - uma blusinha verde de malha e uma outra de um tecido que não sei o nome. Tenho uma troca em haver com uma tia e fiquei satisfeita com as aquisições de hoje; atualmente estamos em um nível legal, mas já aconteceu de uma pessoa levar coisas bem derrubadinhas e querer trocar por coisas boas - ahan, senta lá Cláudia.
 
Queria passar a dica pra vocês. Pra que ficar guardando coisa pra quando emagrecer, pra quando perder a barriga, pra quando voltar à moda, etc, etc, etc?

Se alguém aderir, me conta!

Comentários

  1. HAHA olha que idéia legal! gostei :)
    o problema é que são as coisas derrubadinhas que podem aparecer ... quero saber dos babados dessa! hahahahah (6)

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Você sabe o que é um "scammer"?

Eu fico tanto tempo sem escrever que, quando volto, fico com vergonha, pode?
Em minha defesa quero dizer que andei muito ocupada e sem nada de interessante pra escrever e que ando visitando os blogs que curto mas NÃO CONSIGO comentar há semanas! Sempre dá erro.
Mas, vamos ao que me motivou voltar a escrever um post. E senta confortável porque a história é longa mas muito séria e importante de ser conhecida.
Vocês já ouviram falar em scammer ou scam?
Scam, traduzindo meia-boca do original inglês, é um golpe, trambique, cambalacho. Scammer é quem o pratica. Na internet os scams mais conhecidos são aqueles golpes que com certeza vocês já conhecem de receber um email dizendo que tem um dinheiro em um banco africano e que você foi escolhido pra ficar com aqueles milhões. Já não recebeu um desses emails?
Mas existe mais um tipo de scam que tem se alastrado e que eu conheci este final de semana, da forma mais dolorosa: quase sendo vítima dele. É o scam romântico.
Se por um lado eu me enverg…

As calcinhas no varal

Hoje lavei minha roupa e, ao estendê-la no varal, fiquei chocada com a "qualidade" de boa parte das calcinhas que ali estavam.

As mulheres que têm entre 30 e 35 anos provavelmente cresceram ouvindo suas mães dizerem para cuidar com a roupa de baixo que usa porque se desmaiar na rua todos verão a calcinha velha, o sutiã com alça encardida - nem é o tema do post, mas quero avisá-las que é verdade! Um ex-colega de faculdade, bombeiro, diz que sim, eles reparam, mesmo nos momentos mais complicados de socorro, se as "moçoilas" estão com calcinha feia! - e falarão que a dona da lingerie é uma porquinha!

Daí hoje, olhando as calcinhas no varal, eu fiquei pensando que ali estavam aquelas calcinhas que normalmente eu usaria só pra dormir. Mas eu não só durmo! Ou seja, eu saí com boa parte delas!!

"Analisando" o varal, lembrei de que eu sempre tentei ser caprichosa com o que vestia por baixo da roupa. Mesmo quando era casada tentava usar lingerie arrumadinha e depois,…

25 em 2013 - Livro 5: Sua resposta vale um bilhão

Eu sinto tanto só agora escrever sobre Sua resposta vale um bilhão que li em fevereiro! Principalmente porque vou deixar muita coisa bacana do livro de fora. Mas gostei tanto que, mesmo assim, vale a pena.
Minha história com o livro é longa. Sou apaixonada pelo filme Quem quer ser um milionário - sobre o qual comentei efusivamente aqui, há 4 anos. Naquela época eu já tinha me interessado pelo livro, primeiro do autor - um diplomata indiano - mesmo correndo o risco de me decepcionar com o filme depois de lê-lo.
Namorei o livro longamente até que encontrei na Estante Virtual - um site que reúne sebos do Brasil inteiro - no comecinho do ano. Paguei R$ 4- sim, quatro reais! - por uma edição praticamente nova.
Quanto à história, muita coisa é diferente do filme - e necessário, se pensarmos na impossibilidade de adaptar um livro inteiro pra 2h de película. Escrevendo isso, o que me vem à cabeça é que, na verdade, o filme é inspirado na idéia central, do menino pobre, criado no mundo e que ganh…