04 junho 2010

Vi: Uma noite fora de série


Há 19 anos, quando vim morar em Foz, uma das coisas que eu mais tinha vontade de fazer era ir à tarde no cinema! Por quê? Porque eu achava o máximo aquilo de gente de cidade maior sair da aula, por exemplo, e ir ao cinema! Tá, era bobeirinha, mas metade dos nossos sonhos são bobinhos!

Começo contando isso porque, quando fui ver Uma noite fora de série (Date night, EUA, 2010) na sessão das 15h com a Fer, amiga e colega da época da fac, lembrei disso.

Mas, vamos ao filme! Eu sou uma das milhares de pessoas que tem vontade de rir só de olhar pra cara do Steve Carell, o protagonista do filme. Adorei o personagem dele em Pequena Miss Sunshine também, que nem é um personagem engraçado - professor universitário gay que perde é deixado pelo namorado, perde e o emprego e tenta se matar - mas é em filmes como este aqui e Agente 86 que gosto mais ainda dele!

Bom, Steve Carell e Tina Fey - ótima também! - formam o casal que se divide entre os dois filhos pequenos, os trabalhos e a atenção que devem dar um ao outro. Uma noite por semana é reservada para que saiam para jantar - a date night, ou "noite do encontro", do título original -, sempre no mesmo lugar e nada na verdade muito romântico como mostra a reação deles ao ver um casal de alianças trocar beijos e duvidarem que pessoas casadas possam fazer aquilo; ou quando chegam em casa e, conversam, discutindo se querem ou não fazer amor - e nenhum dos dois se mostra fazendo muita questão.

Quando um casal amigo conta que vai se separar porque viraram apenas bons amigos, a esposa dá um "tapa no visual" para a "noite do encontro" e o marido resolve levá-la para jantar em outro lugar, no centro de Nova York. E é aí que a porca torce o rabo... Os dois acabam confundidos com outro casal que roubou um pendrive de um mafioso e começa a perseguição.

E as risadas por conta das situações que vivem, os encontros - como com o ex-cliente gostosão dela, que é corretora de imóveis ou com o casal bandido verdadeiro - e das coisas que fazem para tentar resolver o engano.

Não é A comédia, mas é um filme gostoso, engraçadinho. Steve Carell e Tina Fey formam uma dupla com sintonia e vale a pena ficar até o momento dos créditos e ver os erros de gravação e a quantidade de improvisação que os dois, principalmente ele, fizeram!

2 comentários:

  1. O melhor de tudo isso ainda.... hã hã hã! é ter o cinema praticamente vazio pra vc escolher lugar, rir e falar alto. hahahah

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  2. Verdade! Só a gente e mais duas desocupadas numa sexta à tarde. rsrs

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