10 dezembro 2009

Vi: Marley & eu


(sim, sim, eu sei que querem saber da viagem, mas acho que estou mais lerda do que o normal pra me adaptar ao fuso horário do Brasil... bom, é desculpa esfarrapada: eu ando com muita preguiça mesmo! rsrs)

Eu li o livro Marley e eu há uns 3 ou 4 anos, logo que foi lançado. Ganhei de Natal da Andrea, uma amiga que mora em São Paulo. Devorei o livro em uma tarde e uma manhã e terminei de lê-lo aos prantos, no meu serviço, atendendo o telefone com o nariz completamente entupido pelo choro que, em alguns momentos, era daqueles longos e de soluços.

Exagero? Quem pensa assim nunca teve um animal que amou verdadeiramente e pelo qual foi amado! Eu sou reticente com adaptações de livros pro cinema e não sei se um dia pretendia ver o filme, mas acontece que deixei o notebook que ganhei de presente de formatura dos meus pais com meu ex-marido pra instalar umas coisas e, de brinde, ganhei alguns filmes no meu bebezinho novo e a quarta temporada de LOST. Mas, voltando ao assunto Marley...

Então, quem acha que chorar pelo livro ou pelo filme sobre animais é exagero, nunca amou e/ou foi amado por um cão ou até mesmo um gato - sim, porque gatos também amam e podem ser animais devotados!

A história de Marley & eu (Marley & me, EUA, 2008), já deve ser conhecida da maioria de vocês: um casal recém casado, John e Jennifer, resolvem comprar um labrador, aliás, John o dá de presente pra esposa, para conter o instinto maternal dela. Acabam escolhendo um cachorrinho que chamam de "cãozinho de liquidação" porque é o que está mais barato na sua ninhada. Logo eles descobrirão porquê.

Marley, como é batizado, é o cão, literalmente! Terrível, terrível, terrível! Come tudo - incluindo móveis, paredes, jóias e mangas - é desobediente, elétrico... mas amoroso, doce, cuidadoso... O cachorro acompanha o começo da família de John e Jenni e, como acontece com todas as coisas vivas, chega a sua velhice - e é aí que, tanto o livro e o filme arrancam lágrimas de todos que se lembram de um cachorrinho que teve e adorava.

John Grogan, o autor do livro, é um jornalista que conta no mesmo que decidiu escrever o livro depois de contar histórias sobre o Marley em sua coluna e, principalmente o desfecho da história dos dois, ver a reação das pessoas, que o escreviam contando suas histórias com outros animais.

Bom, eu falei misturado do livro e do filme porque um é bem fiel ao outro - Grogan foi consultor para o filme e se disse satisfeito com o resultado final e as modificações necessárias para o cinema.

Recomendadíssimo pros que amam animais - e sei que são muitos os que andam por aqui e adoram cães e gatos - e tartarugas e coelhos, né Mel? rsrs! Mas, lembrem-se os mais sensíveis, de terem lenço por perto!

9 comentários:

  1. Eu chorei horrores e estou terminando de ler o livro, vi o filme primeiro... é tão bonito a história dessa família com o cão!
    FILME DO ANO PARA MIM!! BEIJOS

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  2. Olá, saudações! Bem legal seu blog em especial o post do filme. Assisti o filme, não li o livro mas fiquei com vontade de ler. Abr!

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  3. Cíntia,

    Que legal que você está lendo o livro! Vai gostar muito, tenho certeza!
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    Hitoshi,

    A gente já não se conhece? rsrs

    Eu sou suspeita pra falar de ler livro, ver filme, porque, por mais que goste dos filmes, os livros são sempre meus preferidos!
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    Bjks e delicioso fds pra vocês.

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  4. Olá, a gente se conhece? não sei, pq???

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  5. Eu li o livro já faz um tempo, e vi o filme há uns dois meses atras. O que posso dizer é que adorei os dois, mas ainda prefiro o livro. Confesso que ri sozinha e depois chorei aos prantos com as aventuras e desventuras do Marley. Eu já tive uma labrador, que destrui na época o jardim do meu ex marido (acho que ele nunca me perdoou...rsrs) e viveu pro apenas um ano conosco, morreu de uma doença misteriosa. Me lembro que eu passei muitas noites ao lado dela, pois ela chorava desesperadamente se eu saisse de perto. Ela dormia enquanto eu acarinhava a cabeça dela. Seu nome era Sophia! Saudade demais dela. Quando morreu foi uma tristeza tão grande, como se fosse uma filha. Ela me olhava nos olhos e parecia realmente saber que eu a amava, e seu olhar era de cumplicidade. Dói demais ainda. Mas Sophia tambem me deixou lembranças de bons momentos, que nunca esquecerei. Muita alegria, festa e peraltices!!rs

    Bjo amiga!

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  6. Oi Sheila! Não li e nem assisti o filme, mas pelo que falou deve ser ótimo, vou alugar e ver com o Rafa!
    Ótima semana pra ti!
    Bjus

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  7. Oi Hitoshi,

    Eu pensei que você pudesse ser um amigo blogueiro que desapareceu do nada :)
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    Branca,

    Pois é, todo mundo tem um bichinho que nos traz muitas lembranças. O que a gente tem que fazer mesmo é o que você falou: lembrarmos das coisas bacanas, dos momentos especiais com esses bichinhos.
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    Cris!

    Leia o livro, veja o filme! rsrs
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    Pessoal, perdão na demora pra responder!! Só hoje descobri que o problema não é a conexão mas sim o pc! Melhorou agora que resolvi usar o notebook.

    Bjks e boa semana.

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  8. Eu vi o filme e achei bem bacana, gostei da história e das atuações de Owen Wilson e Jennifer Aniston, ah, eu gosto de cães de estimação, eu tenho vários da raça pastor alemão, o final é triste, mas ñ cheguei a chorar..rs..sei como é lidar com a perda de animais, já perdi cachorros q tinham poucos meses de vida, sei bem como é..bjos!
    Diego!

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  9. Oi Diego!!

    Seu durão, nem chorou! (rsrs) Se eu um dia fosse escolher um cachorro grande pra ter seria pastor alemão, acho-os tão dóceis, apesar de cães de guarda!

    Bjks e obrigada pela visita :)

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