
Mas aqui em Foz também cheguei a participar de festas gostosas. O mais legal daqui é que o clima propicia fogueira e afins juninos.
Seguem algumas festas marcantes:
A mais dolorida: Meados dos anos 80. Fomos nas férias pra casa da minha avó mineira que, na época, morava ainda no Bonito - São João do Bonito, uma vila no norte de Minas Gerais. Fogueira na frente da casa dela, muita conversa com as amiguinhas de lá, passeios em volta do fogo... No dia seguinte eu descobri porque dizem que brasa encoberta é tão perigosa: andando descalça ao redor da fogueira já apagada, pisei no que me pareceu um pedacinho de madeira seco mas que, na verdade, era uma brasa ainda quente. Apareceu uma bolha enorme bem no meio do meu pé esquerdo que durou as férias inteiras e que me fez, até hoje, ser muito cuidadosa com fogueiras e brasas, acesas ou não!
A melhor e mais longa quadrilha: Foi em Itaparica, em Pernambuco. Acho que em 1988; eu tinha 13 anos. Meus pais e seus amigos fizeram a festa junina em uma chácara! O local foi todo decorado, todos estavam à caráter... e dançamos uma quadrilha onde a única certeza que tínhamos era dos nossos pares já que não ensaiamos nenhuma vez! Teve casamento e tudo. E a quadrilha foi longuérrima, só terminando a pedido dos dançarinos, depois de uma meia hora rodando na grama, felizes... mas cansados da diversão!
A mais rentável: Novamente em Itaparica. 1989. O João Manuel gostava de mim e eu gostava do Guilherme. Eu queria mandar correios-elegantes pro Guilherme e o João Manuel pra mim. Como sei que era ele? A "carteira" saia direto dele e vinha me entregar os recadinhos dele. Eu não queria gastar dinheiro com ele! Ela levou o recado e ele disse que pagava os correios que eu mandasse. Eu não queria escrever pra ele também. Ele insistia. Resultado: ele pagou pelo menos uns dois correios-elegantes meus pro Guilherme! Poxa, quem mandou ser insistente?!
O maior mico: 1992. Fazia 1 ano que eu morava em Foz e fui na festa mais legal da cidade, que acontecia dentro do batalhão do exército. Um frio típico de junho. Fui toda bonequinha: meia-calça escura, saia plissada, casaquinho... Lá pelas tantas fui no banheiro com a minha irmã. Atravessamos boa parte do batalhão, já que estávamos em um canto e o banheiro era dentro do prédio administrativo. Saímos do banheiro, caminho todo de volta até nossos amigos. Logo depois chega um amigo de um primo meu por trás de mim. Fica rindo olhando pra mim e tentando chamar meu primo que estava ocupado demais tentando impressionar uma amiga nossa. A insistência do piá me fez passar a mão na minha saia... e descobrir que tinha a mesma TODA enrolada na minha cintura nas costas! Sim, sim... eu atravessei o batalhão com as nádegas apenas cobertas pela calcinha e meia-calça! Puxei a saia rápido, antes do sem-graça falar com meu primo. Desde então, não consigo usar uma saia ou vestido sem, de vez em quando, dar uma passadinha de mão pra ver se não estou, novamente, fazendo exposição da minha figura.
E este ano... Bom, quando a sua mãe - Espírita! - lhe pede ao telefone pra fazer promessa pra Santo Antônio no dia do dito santo, para "arranjar um noivo" - pra que namorado se o santo pode adiantar as coisas? - a coisa tá ficando feia. hahaha
Parabéns, você é a leitora nº 999.999!!!!
ResponderExcluirzoeira...
Mas mesmo assim tem um selo para você no meu blogue!
Oi Sheila!
ResponderExcluirQuantas histórias de quadrilhas!!
Adoro as quadrilhas mas só dancei uma vez quando tinha uns 6 anos na escolinha! rsrsrs
Eu mandei um post pra vc. pedindo ajuda... naquele primeiro selinho que vc. me deu. É que eu não sei como fazer para colocar o selo no meu bolg! :(
Já tentei "crtl c" e "ctrl v" e não funciona.
Vc. poderia me ensinar como proceder? desde já agradeco.
Bjs.
AA.
Olá, saudações! Como sempre, posts sensacionais! Muitas vezes profundos, por vezes ácidos, pesados, críticos, por vezes leves como o ser e por vezes, como este, hilários e sinceros. Com saudades de seu blog! Beijão!!!
ResponderExcluirOi Pedro,
ResponderExcluirNossa, já imaginou: leitora 999.999! rsrs
Vou lá buscar o selo :)
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Ah, Sandra,
Perdão por não ter lido o comentário!
Te expliquei o que fazer lá no seu blog, comentando aquela música linda que você postou!
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Henryhh!
Pensei em você dia desses!! Que bom que voltou! E que lindinho o que escreveu sobre meus posts, obrigada :)
Adivinha se não vou te seguir! rsrs
E não suma mais, hein!
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Beijocas e delicioso domingo pra vocês.
Oi Sheila!
ResponderExcluirObrigada pelas dicas do selinho!
Olha, Ricardo Arjona é um cantor-compositor da Guatemala. E eu A-D-O-R-O as letras e músicas dele.
"Conheci" Ricardo (olha a intimidade!) há exatos 11 anos quando achei um cd em um supermercado aqui na minha cidade. Com o advento da Internet pude ficar "mais perto" dele que é um dos meus cantores preferidos.
Passo o dia quase todo a ouvir suas cancões! rsrsrs
A página oficial dele, se vc. quiser conhecer é :
http://www.sitiooficialricardoarjona.com/
Aqui no Brasil ele INFELIZMENTE não é conhecido! :(
Uma pena!
Bjs.
AA
hahahah
ResponderExcluirAdorei o "Conheci Ricardo"... rsrs
Beijocas.
Sheila, me diverti "litros" (como dizem agora) com seu texto. Quem me dera ter festas assim... Beijão!
ResponderExcluirPS.: Ainda bem que não tem que aguentar tanta crítica paterna... Hahahah!
Sheila, tive uma enorme surpresa hoje pela manhã: minha irmã (que é quem coloca os acessórios no blog) inseriu um "tocador de músicas" rsrsrs (não encontrei o nome certo!)
ResponderExcluirAdvinha que música ela colocou????
Ricardo Arjona! Quando puder vai lá ouvir!
Bjs.
Sandra Daniela(AA)
Tainá,
ResponderExcluirAh, que pena que você não teve festas juninas memoráveis. Mas podemos dizer que "ainda não teve", né?
Quanto ao pai, ainda bem mesmo, florzinha! rsrs
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Sandra,
Lindo! E que letra tem essa música!
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Beijocas e boa semana pras duas.
Não consigo enumerar todos os "S. Joões" excepcionais vividos na Invicta.
ResponderExcluirNa noite em que a luz vence as trevas, a cidade é varrida por um turbilhão de gente alegre, os céus são invadidos por balões e pelo aroma a sardinhas assadas, e a Ribeira é iluminada pelo fogo de artificio vindo do Douro e da Ponte D. Luís.
Há muito que o alho-porro foi substituído pelo martelinho de plástico, mas mesmo assim “todos se põe a jeito” para levarem uma martelada na cabeça.
O mais doloroso? Só aquele em que nos deu na telha de ir a pé da Boavista à Foz...
O mais engraçado? Aquele em que estava no tabuleiro inferior da Ponte e ele começou a movimentar-se como um pêndulo por causa da marcha desordenada da turba que tentava ir para a outra margem...
Os bailaricos em Miragaia e na Sé, as negas da meninas pouco impressionadas com os meus dotes de dança, as marteladas falhadas, as orvalhadas, o vermelho da alvorada após uma noite de farra... são agora apenas boas recordações que desenham um sorriso que esconde a mágoa de este ano estar longe de casa.
Você tá claramente com saudade de casa, meu querido. Tente descobrir o lado bom de junho em Paris - e olha que se só a frase fica linda, outras coisas lindas podem ser encontradas por aí!
ResponderExcluirBeijocas. Apareça no msn!
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